sábado, 7 de novembro de 2009

Anticatolicismo é o novo passatempo nos EUA, diz arcebispo de Nova York


"The Gospel in the Digital Age" (O Evangelho na era digital) é o nome do novo blog do arcebispo de Nova York, um instrumento comunicativo que lhe dá a voz que o New York Times negou.
Entre o dia 10 de outubro e 2 de novembro, Dom Timothy M. Dolan publicou dez posts, mas um deles, com o título "Anticatolicismo", causou grande impacto, pois reproduz um artigo cuja publicação foi rejeitada pelo jornal mais famoso da cidade.
O arcebispo considera, em seu artigo, que o anticatolicismo converteu-se em um novo “passatempo nacional”, algo que foi confirmado por professores e acadêmicos, como Philip Jenkins, que o define como "o último preconceito aceitável".
O artigo do arcebispo dá exemplos deste “anticatolicismo” presente no New York Times. Por exemplo, no dia 14 de outubro, o jornal denunciava 40 casos de abusos sexuais de crianças em uma pequena comunidade ortodoxa judaica do Brooklyn no último ano.
Segundo o prelado, a atitude do jornal diante desse caso não nada a ver com a que no passado manteve perante a Igreja Católica, quando houve casos de abusos de sacerdotes. O prelado reconhece que não tem a intenção nem o direito de criticar a comunidade judaica, mas denuncia “este tipo de indignação seletiva”.
Outro caso apareceu no jornal nova-iorquino dia 16 de outubro, quando publicou uma história em primeira página, como todo um desenvolvimento interno (dando mais espaço que à guerra no Afeganistão ou ao genocídio no Sudão) ao triste caso de um sacerdote franciscano que há 25 anos manteve um relacionamento com uma mulher, de que nasceu um filho.
“Nenhum clérigo de outra religião diferente da católica jamais mereceu tanta atenção”, reconhece.
No dia 21 de outubro, assinala Dom Dolan, o NYT dedicou sua manchete principal à decisão da Santa Sé de dar boas-vindas aos anglicanos que pediram a união com Roma.
O jornal atacou duramente a decisão como proselitista em momentos difíceis para o anglicanismo, apesar do cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, ter enfatizado que “não estamos pescando no lago anglicano”.
Por último, o prelado menciona o exemplo “mais explosivo”, um artigo de opinião de Maureen Dowd, publicado por esse jornal no domingo 25 de outubro, em que se fazem acusações que nenhum editor permitiria se fosse contra expoentes islâmicos, judeus ou afroamericanos.
A colunista lança todo tipo de acusações contra a Igreja Católica, que vão desde a Inquisição até o Holocausto, desde os preservativos até a obsessão por sexo e a pederastia de sacerdotes ou a opressão de mulheres, sem se esquecer dos sapatos de Bento XVI ou do fato de que, quando jovem, tenha sido recrutado à força (igualmente a todos os conterrâneos compatriotas) no Exército alemão.
E tudo isso por quê?, questiona o arcebispo. Porque a autora, como reconhece em seu artigo, não está contente com a maneira como está-se realizando a atual visita apostólica de representantes vaticanos às religiosas dos Estados Unidos.
Um “preconceito” assim, explica, não tem justificativa em “uma grande publicação de hoje”.
Após reconhecer que estes casos, “infelizmente”, não se limitam ao New York Times, Dom Dolan assegura que “a Igreja não está acima da crítica”.
“Nós, católicos, já somos muito bons para criticá-la. Isso o aceitamos e o esperamos. A única coisa que pedimos é que esta crítica seja justa, racional e adequada. É o que se espera para qualquer pessoa. A suspeita e os preconceitos contra a Igreja converteram-se no passatempo nacional que deveria ser ‘suspenso pelo mal tempo’”, concluiu.
Em outros posts de seu blog, o arcebispo enfrenta questões da vida diária, social e litúrgica, desde questões raciais e caritativas, até a defesa da vida humana ameaçada pelo aborto ou pela guerra.
Na internet: http://www.archny.org/news-events/columns-and-blogs/

Será que a catequese também é assim?


Gente e Pessoas


O Verdadeiro Culto.


A liturgia do 32º Domingo do Tempo Comum fala-nos do verdadeiro culto, do culto que devemos prestar a Deus. A Deus não interessam grandes manifestações religiosas ou ritos externos mais ou menos sumptuosos, mas uma atitude permanente de entrega nas suas mãos, de disponibilidade para os seus projectos, de acolhimento generoso dos seus desafios, de generosidade para doarmos a nossa vida em benefício dos nossos irmãos.
A primeira leitura apresenta-nos o exemplo de uma mulher pobre de Sarepta, que apesar da sua pobreza e necessidade, está disponível para acolher os apelos, os desafios e os dons de Deus. A história dessa viúva que reparte com o profeta os poucos alimentos que tem, garante-nos que a generosidade, a partilha e a solidariedade não empobrecem, mas são geradoras de vida e de vida em abundância.
O Evangelho diz, através do exemplo de outra mulher pobre, de outra viúva, qual é o verdadeiro culto que Deus quer dos seus filhos: que eles sejam capazes de Lhe oferecer tudo, numa completa doação, numa pobreza humilde e generosa (que é sempre fecunda), num despojamento de si que brota de um amor sem limites e sem condições. Só os pobres, isto é, aqueles que não têm o coração cheio de si próprios, são capazes de oferecer a Deus o culto verdadeiro que Ele espera.
A segunda leitura oferece-nos o exemplo de Cristo, o sumo-sacerdote que entregou a sua vida em favor dos homens. Ele mostrou-nos, com o seu sacrifício, qual é o dom perfeito que Deus quer e que espera de cada um dos seus filhos. Mais do que dinheiro ou outros bens materiais, Deus espera de nós o dom da nossa vida, ao serviço desse projecto de salvação que Ele tem para os homens e para o mundo.

domingo, 1 de novembro de 2009

Catequista o que isso te diz?


A nossa catequese pode mudar esta realidade?
O que vc fez este ano para fazer diferente?
A catequse muda a realidade da pessoa? como?
Quais os caminhos? quais as propostas? quas os interlocutores???
O que nos falta???

Questão???


Queridos catequistas, o que podemos fazer para mudar a realiade da catequese em nossa Igreja? ou melhor em nossa Paróquia e comunidades???

Obrigado a Ti, Senhor!


"Havia um mundo, mas nao havia cor.
Havia um sol, mas não havia luz.
Havia um mar, mas nao existia o azul.
Havia a lua, mas nao existia o brilho.

Havia um jardim, mas nao existia flor.
Havia um céu, mas não havia estrelas.
Havia o vento, mas não existiam folhas.
Havia planta, mas nao a primavera.

Você tem sido a cor no meu mundo opaco.
Você tem sido a luz, num sol que parecia sem forças.
Você tem sido o azul, na imensidão de cores escuras que se apoderavam de mim.
Você tem sido o brilho nas minhas noites sem sono.

Você tem sido a flor, num jardim pouco florido.
Você tem sido estrela, num céu cinzento e nublado.
Você tem sido o vento, que faz voar as folhas dos meus pensamentos.
Você tem sido a primavera, que devolve vida às plantas.

Você é meu ponto de interrogação e exclamação. É quem me faz viajar por lugares que jamais imaginei estar.
Você tem sido um presente e tanto, para um coração, que as vezes está em prantos.
Por sua causa, consigo sonhar e em meio a lágrimas, ainda consigo sorrir.

Você, com esse seu projeto diferente, me conquista a cada dia.
Pensar que você existe, faz do meu dia algo melhor.
Se não fosse você, tudo seria muito pior.

Obrigado por apostar em mim, para ser teu servo, pois é teu olhar que invariavelmente me conquista.
Obrigado por deixar que eu seja, eternamente, teu operário, aquele que serve, um catequista!"
Por Alberto Meneguzzi